Jogadores de futebol não são o meu tipo de pessoa favorita, e por falar nisso selecionei algumas pérolas daquelas que recebemos por e-mail, na qual jogadores falam o que não devem. Boas risadas

“Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)

“Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG…” (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama mandado à família quando em excursão à Europa)

“No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente, de quinze em quinze dias…” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)

“Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu…” (Claudiomiro, ex-meia do Internacional-RS ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Payssandu pelo Brasileirão de 72)

“Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)

“Não sei, chutei, a bola foi indo, indo…. e iu!” (Nunes, ex-atacante do Flamengo ao descrever um gol que tinha feito)

“Fiz que fui, não fui, e acabei fondo!” (Nunes, ex-atacante do Flamengo)

“Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana…” (Mais uma vez o Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)

“Não venham com problemática que eu tenho a solucionática” (Dadá Maravilha, ex-jogador de futebol e primeiro marqueteiro do nosso futebol)

“Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola” (Bradock, amigo de Romário reclamando de um passe longo)

“Realmente minha cidade é muito facultativa” (Elivelton, ao repórter da Jovem Pan que falava das muitas escolas de ensino superior existentes na cidade natal do jogador)

“A partir de agora meu coração tem uma cor só: rubro negro” (Fabão, zagueiro baiano ao chegar para o Flamengo)

“Campeonatinho mixuruco, nem tem segundo turno!” (Garrincha durante a comemoração da conquista da Copa do Mundo em 58)

“Não foi nada de especial, chutei com o pé que estava mais à mão!” (João Pinto, jogador do Futebol Clube do Porto, de Portugal)

“O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correta: deu um passo a frente” (João Pinto, jogador do Futebol Clube do Porto, de Portugal)